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Leituras para a liberdade

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E se um menino se chamasse Portugal? Ou então: pode o Portugal do antes do 25 de Abril ser comparado a um menino? Ora por que não? Ouçam, pois, a sua história: como cresceu e sofreu e lutou até, já adulto, ver realizado um sonho. E que sonho foi esse? O da liberdade, é claro. Mas imaginou também uma democracia e uma justiça que julgou possíveis no seu país à beira-mar. Esse país onde hoje o mesmo menino, homem feito agora, continua atento a sonhar com um mundo melhor.  

Leituras para a liberdade

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Tal como a história deste livro, também a história dos povos da Europa é infinita. Ao longo destas páginas ficamos a conhecer um grupo de personagens cujas histórias se entrelaçam, em vários momentos e em vários espaços: em Portugal, na Grécia, na Suécia, nos Países Baixos… A história que aqui se conta não tem princípio nem fim e podemos começar onde quisermos. Afinal, esta é a história de todos nós, nesta teia de caminhos que é a União Europeia.  

Leituras para a liberdade

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  O livro aborda a importância da liberdade de uma forma acessível para crianças, explicando conceitos fundamentais do que significa ser livre e como isso se relaciona com a vida quotidiana. Incentiva a reflexão sobre o presente e o futuro, promovendo um entendimento mais profundo da liberdade como um valor essencial.

Leituras para a liberdade

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  Um guardião, toda a gente o sabe, é alguém que guarda alguma coisa. E, em princípio, se queremos guardar uma coisa, é porque ela é importante, tem valor. Nas histórias, é frequente encontrarmos guardiões que guardam tesouros incríveis, escondidos atrás de portas pesadas, que só se movem quando são ditas as palavras mágicas... O guardião de que trata este livro não precisa de palavras mágicas. É um guardião bem real: um Tribunal. E guarda uma coisa bem real: a Constituição.

Leituras para a liberdade

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  Uma fábula simbólica em que feijões de diferentes cores e personalidades representam a sociedade portuguesa durante a ditadura do Estado Novo. Num reino onde o Sol, a Água e o Ar foram roubados por três feijões opressores, a união e o protesto devolvem a liberdade e fazem regressar a cor, a primavera e a esperança ao “Jardim-à-Beira-Mar-Plantado”.

Leituras para a liberdade

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José Fanha viveu o 25 de abril de 1974 com espanto, alegria e felicidade, como muitos outros jovens de então. Com o passar dos anos, percebeu que os jovens de hoje pouco sabem desses dias distantes. Resolveu então contar a história de como era Portugal antes da Revolução dos Cravos, como se desenrolaram os dias do 25 de abril e como surgiu o Movimento das Forças Armadas que o fez acontecer. Não quis fazer um livro de História. Quis antes falar desse período como quem conta uma história fantástica e complexa, heroica e contraditória, mas maravilhosa e verdadeira.  

Leituras para a liberdade

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Os bichos já não aguentavam mais os mandos e desmandos do Leão. Quando descobrem que ele desviou água do rio para construir uma piscina privada, ficam muito indignados e zangados. Está na hora de escolher um novo governante. Decidem, por isso, convocar eleições! Mas o que é exatamente uma eleição? Para que serve? e quais são as regras para eleger um vencedor? Junta-te aos bichos da selva nesta aventura para descobrires como se elegem os nossos representantes e como funciona isto da Democracia.  

Leituras para a liberdade

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  Não é nada fácil explicar a alguém o que é um deputado e o que significa ter a responsabilidade de representar todo um país, mas este livro pode ajudar. Tudo começa com uma afirmação que nos faz pensar: «Todos os deputados e todas as deputadas que vemos hoje, no plenário da Assembleia da República, já brincaram um dia no recreio de uma escola». Partindo desta premissa, talvez já consigamos perceber melhor como foram, um dia, os deputados de hoje e quem poderão ser os deputados de amanhã. Nas páginas finais, um conjunto de perguntas e respostas satisfazem a curiosidade de quem quer saber mais sobre esta difícil tarefa e sobre o trabalho no Parlamento.

Leituras para a liberdade

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O que sabes sobre o 25 de Abril? Está bem, é feriado. Mas o que mudou na nossa vida e porque é que há pessoas a passear com cravos nesse dia? O curioso Manu quer saber mais sobre este momento histórico, até porque planeia fazer a sua própria revolução. Mas, desta vez, precisa da ajuda de quem viveu esse tempo: a sua avó. Junta-te ao Manu nesta viagem pela memória. Descobre, afinal, para que é que se fez o 25 de Abril. E não te esqueças de comer brócolos.  

Leituras para a liberdade

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  Todos os anos têm um mês de abril e todos os meses de abril têm o dia 25. Porém, o dia 25 de abril de 1974 foi um dia especial para os portugueses. Porquê? Porque o País e os seus habitantes voltaram a viver em liberdade, depois de quase 50 anos de tristeza e de silêncio.

Leituras para a liberdade

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 Iniciamos a publicação das nossas sugestões de leitura relacionadas com o tema da liberdade, democracia e 25 de Abril. Este livro, dedicado ao 25 de Abril, relata, através de textos e de imagens, a conjuntura que antecedeu e ditou a Revolução de Abril, bem como o período conturbado que se seguiu. São abordados temas como a guerra colonial, a ditadura, a PIDE e os presos políticos, a democracia e o ato eleitoral e destacados nomes de individualidades que se evidenciaram ao longo deste período.

Dia Mundial do Livro - Sugestões de leitura

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 No Dia Mundial do Livro, partilhamos ais sugestões de leitura. Desta vez, livros relacionados com a temática da liberdade e democracia, a propósito do 25 de abril. nos próximos dias, apresentaremos a sinopse de cada um dos livros.

O 25 de abril em imagens

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Sobre o 25 de abril já muito se disse e muito haverá ainda que dizer. Hoje, para celebrar esta efeméride, escolhemos apenas imagens; fotos tiradas nesse dia de abril de 1974, em que a liberdade saiu à rua e acabou com um regime ditatorial de décadas. Fonte: Centro de Documentação 25 de abril (http://www.cd25a.uc.pt/)

25 de Abril

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Hoje, dia 25 de Abril, comemora-se a "Revolução dos cravos" que pôs fim a um regime ditatorial iniciado oficialmente em 1933 (embora Portugal já vivesse de facto numa ditadura desde 1926).  Um dos aspetos mais marcantes do período de ditadura que se viveu em Portugal foi a repressão das liberdades individuais, nomeadamente da liberdade de expressão. A censura obrigava muitos autores a ter um cuidado redobrado com o que escreviam, para conseguir escapar ao "temível lápis azul da censura". Manuel Alegre, na sua "Trova do vento que passa" (tão bem cantada por Adriano Correia de Oliveira ), retrata bem essa realidade. Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz. (...) Pergunto à gente que passa por que vai de olhos no chão. Silêncio - é tudo o que tem quem vive na servidão. Com o 25 de abril de 1974, a população portuguesa soube finalmente o que era viver em liberdade. É at...

Poemas de Abril

  Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades   Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança: Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades.   Continuamente vemos novidades, Diferentes em tudo da esperança: Do mal ficam as mágoas na lembrança, E do bem (se algum houve) as saudades.   O tempo cobre o chão de verde manto, Que já coberto foi de neve fria, E em mim converte em choro o doce canto.   E afora este mudar-se cada dia, Outra mudança faz de mor espanto, Que não se muda já como soía.   Luís Vaz de Camões, in "Sonetos" Interpretado por José Mário Branco

Poemas de Abril

  Livre   Não há machado que corte A raiz ao pensamento Não há morte para o vento Não há morte   Se ao morrer o coração Morresse a luz que lhe é querida Sem razão seria a vida Sem razão   Nada apaga a luz que vive Num amor num pensamento Porque é livre como o vento Porque é livre.   Carlos de Oliveira, “O nosso amargo cancioneiro”

Poemas de Abril

  Salgueiro Maia   Ficaste na pureza inicial Do gesto que liberta e se desprende. Havia em ti o símbolo e o sinal Havia em ti o herói que não se rende.   Outros jogaram o jogo viciado Para ti nem poder nem sua regra. Conquistador do sonho inconquistado Havia em ti o herói que não se integra.   Por isso ficarás como quem vem Dar outro rosto ao rosto da cidade. Diz-se o teu nome e sais de Santarém   Trazendo a espada e a flor da liberdade.   Manuel Alegre, in País de Abril

Poemas de Abril

  O Dia da Liberdade 25 de Abril   Este dia é um canteiro com flores todo o ano e veleiros lá ao largo navegando a todo o pano. E assim se lembra outro dia febril que em tempos mudou a história numa madrugada de Abril, quando os meninos de hoje ainda não tinham nascido e a nossa liberdade era um fruto prometido, tantas vezes proibido, que tinha o sabor secreto da esperança e do afecto e dos amigos todos juntos debaixo do mesmo tecto.   José Jorge Letria in O livro dos dias

Poemas de Abril

  O que aquela noite me quis dar   Eu não estava em casa nessa noite, filho, nem podia estar. Estava nas ruas com os soldados que rumavam às rádios e aos quartéis, engalanados de sombra e de júbilo, a ver o que aquela noite ia dar, o que a nossa liberdade prometia ser. E tu, filho, tinhas a idade rumorejante desse Abril embalado por uma canção do Zeca. Como posso eu explicar-te tudo aquilo que tu nasceste para aprender, para viver? Eu estava aquartelado no meu silêncio de pétalas, sílabas e marés, no meu dédalo de vozes embriagadas pelo vento, na coragem errante das pelejas da infância e pouco ou nada sabia do mistério desse mês capaz de transformar em assombro as nossas vidas.   Sim, sou eu neste retrato antigo, a receber em festa os exilados, os que chegavam com grinaldas de cantigas e a flor de uma ilusão bordada a sangue e espuma no capote das nocturnas caminhadas. Sim, sou eu a escrever a primeira reportagem do primeiro de ...

Poemas de Abril

  Grândola, vila morena   Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade   Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena   Em cada esquina um amigo Em cada rosto igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade   Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada rosto igualdade O povo é quem mais ordena   À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola a tua vontade. Zeca Afonso, 1971