Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta lendas

Sugestão de leitura - Lenda

Imagem
S. Vicente, o padroeiro de Lisboa Vicente nasceu em Saragoça, no tempo em que toda a Península Ibérica pertencia ao Império Romano e a religião cristão ainda estava proibida. Quem se convertesse corria o risco de ser preso, torturado ou até atirado às feras no Coliseu. Apesar do perigo, muita gente se convertia em segredo. Foi o que aconteceu aos pais de Vicente. Batizaram-se a si próprios e ao filho, educaram-no na fé cristã, e ele, quando cresceu, quis ser padre. No ano de 304 o imperador Diocleciano lançou uma perseguição feroz contra os cristãos por todo o Império. Os seus homens receberam ordens para prenderem as pessoas suspeitas. Deviam interrogá-las e obrigá-las a jurar que não eram cristãs. Quem se recusasse seria torturado e morto. Vicente era então um jovem padre. Recusou-se terminantemente a renegar a fé, foi preso, sofreu as piores torturas e acabou por morrer. Os carrascos, em vez de o enterrarem, deixaram o corpo ao abandono no campo para ser comido pelas aves d...

Sugestão de leitura - Lenda

Imagem
Rosas de Santa Maria Uma história do tempo do Infante D. Henrique Quantos navios terão tentado passar o Cabo Bojador e não terão voltado? Não se sabe. Mas o Infante D. Henrique era teimoso e não desistiu das viagens. Um dia (em 1434) chamou Gil Eanes, um navegador que lhe merecia especial confiança, apesar de já ser responsável por uma tentativa fracassada. Fez-lhe um discurso encorajador, garantiu-lhe que, se ele quisesse, conseguia. Prometeu-lhe boas recompensas: dar-lhe-ia terras, um título de cavaleiro, e arranjar-lhe-ia uma noiva bonita e rica. Então Gil Eanes lá partiu numa barca, cheio de coragem, de entusiasmo, com vontade de fazer o que ainda ninguém tinha feito. E... conseguiu! Dobrou o Cabo Bojador e voltou para trás triunfante. Como prova, trouxe ao Infante umas plantas colhidas a sul do Bojador e ofereceu-lhas. Não eram rosas, mas talvez pela alegria imensa que desencadearam na corte, ficaram com o nome de rosas de Santa Maria. Fonte: Ana Maria Magalhães e Isabel...

Sugestão de leitura - Uma lenda

Imagem
O milagre das rosas D. Isabel, mulher de D. Dinis, era tão boa e tão atenta aos outros que ainda em vida lhe atribuíam milagres... Numa manhã fria de Inverno a rainha saiu do palácio levando pães nas pregas do manto para distribuir. O rei encontrou-a e perguntou-lhe o que levava ali tão bem escondido. Ela ficou embaraçadíssima, porque não gostava de divulgar as suas boas ações, e respondeu-lhe:  - São rosas, senhor! O rei estranhou.  - Rosas em Janeiro? Muito corada e de olhos baixos, Santa Isabel abriu o manto. O pão transformara-se em rosas! Fonte: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Portugal-História e Lendas Para ver um vídeo sobre esta lenda clica na imagem abaixo.  

Lenda de São Martinho

Imagem
Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar de Itália para a sua terra algures em França. Montado no seu cavalo, estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo. Martinho estava agasalhado normalmente para a época em que vivia: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam. De repente, apareceu-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio, que lhe pediu esmola. Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre. Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom. É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente. É o Verão de São Ma...

2018 - Ano Europeu do Património Cultural

Imagem
Património do concelho da Moita Cais da Moita: - Durante séculos, o Cais foi o coração da vila da Moita. Toda a vida gravitava em seu torno. Era a grande porta para o exterior. Aqui chegavam viajantes, carroças e carretas de bois carregadas de produtos, a fim de tomarem a carreira do barco para a cidade de Lisboa.   Embarcações tradicionais: - Entre as embarcações típicas desta zona do rio, contam-se os catraios, as canoas, as fragatas e os varinos, como "O Boa Viagem". O varino é uma embarcação de fundo chato, para navegar nos esteiros do rio, com águas de pouca profundidade. Apresenta pinturas tradicionais, conferindo-lhe um colorido inconfundível.   Igreja da Nossa Senhora da Boa Viagem:  - Data de construção: 1631 - Foi construída com a ajuda   da população para que a Virgem protegesse os marítimos e os viajantes. Altar de Nossa Senhora da Piedade: - Foi mandado constru...